Objetivos, Necessidades e Oportunidades
A missão Vale do Silício e Interop 2009 tem como objetivo proporcionar aos participantes o máximo de conhecimento no que há de mais novo na área de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC, através de visitas técnicas a empresas, entidades e universidades estabelecidas no Vale do Silício e redondezas, no Estado da Califórnia, EUA, onde se desenvolveu o maior pólo tecnológico do planeta, reunindo milhares de empresas de tecnologia, dentre as quais algumas líderes do mercado mundial.
Além disso, a missão visa proporcionar a participação dos seus integrantes naquele que é tido como um dos maiores congressos e feiras de tecnologia do mundo, a INTEROP Las Vegas, que em 2009 acontecerá em conjunto com o evento Security Exchange e Software 2009.
A feira, com cerca de 500 expositores, é uma das maiores do mundo, tornando-se a maior oferecida para o público exclusivo de TIC, visto que não é aberta ao público em geral, apenas para negócios e profissionais do ramo, sendo, assim, um lugar para comprar e vender soluções, fechar parcerias, trocar panfletos, vender produtos e serviços. A participação na INTEROP poderá trazer para o Rio Grande do Norte e Estados convidados as novidades do momento, como também, abrir as portas para soluções Brasileiras de TIC sejam exportadas para outros países.
A missão proporcionará a seus membros uma oportunidade ímpar em poder conhecer o que há de mais inovador na área da tecnologia da informação no mundo em um ciclo de visitas técnicas que passa por empresas líderes de mercado, como o Google, Intel e Apple, como também centros avançados de pesquisas como o da IBM e o da NASA, onde será possível conhecer protótipos de soluções que só estarão no mercado daqui há 2, 3 ou até 10 anos, além de manter um olho para atrás conhecendo toda a história da computação na visita ao Museu do Computador e à Universidade de Stanford, onde tudo começou no Vale do Silício.
Como não bastasse, a missão tem uma vantagem indireta de extrema importância. A rede de relacionamento que ela propiciará entre os integrantes que são formadores de opinião em TIC, indicadores de compra e vendedores de soluções. Muitos negócios poderão sair de dentro do próprio grupo.
É incontestável que os negócios e os governos dependem da Tecnologia da Informação e Comunicação cada vez mais; por esse motivo, manter os profissionais e líderes dessa área atualizados e competitivos tornou-se estratégico e indispensável para as empresas e até mesmo para seus países.
Um novo movimento está se observando no cenário mundial, a facilidade e o barateamento da comunicação pelo uso de conexões Internet de alta velocidade, está causando uma a migração de serviços de TIC de países como os Estados Unidos, Canadá e Inglaterra para países com mão-de-obra qualificada, porém mais barata. Ao mesmo tempo, com o advento do Governo Eletrônico, o e-gov e da governança de TIC, governos e empresas passaram a ganhar produtividade e competitividade ao tornar acessíveis serviços e informações para investidores e parceiros de todo o mundo.
Países como a Índia, a Corea do Sul e a China atentaram cedo para este movimento onde se percebe que os serviços de TIC viraram praticamente uma commodity, e as exportações representam percentuais crescentes dos seus PIB, só a Índia faturou cerca de R$ 30 bilhões de dólares em 2006 com serviços de TI apenas com os EUA. O governo destes países tem investido muito na formação de profissionais e nas empresas de TIC.
O Brasil e o Rio Grande do Norte não podem ficar de fora deste contexto. A missão visa, dentre outras coisas, o nivelamento tecnológico com o que há de mais recente e até com o que está por vir na área da tecnologia da informação.
A oportunidade já foi identificada em pelo menos dois projetos importantes para o amadurecimento do mercado de tecnologia e para as empresas públicas e privadas do Rio Grande do Norte. Destacamos:
- Projeto PROTIC iniciado em Junho de 2008 pelo Sebrae que visa desenvolver empresas do segmento de tecnologia do Estado através de treinamentos e qualificação para empresários e funcionários bem como a participação em feiras de tendências tecnológicas.
- O projeto Metrópole Digital que visa estimular e criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de empresas de TIC e estimular a formação de novos profissionais no Rio Grande do Norte; O projeto prevê ainda isenção de impostos e incentivo à criação de incubadores. Orçamento: R$ 33 milhões;
O SEBRAE através do projeto PROTIC, já está apoiando e incentivando esta missão.
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